Boleto Falso – Dicas para não cair no golpe
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Boleto Falso – Dicas para não cair no golpe

Estaiada

Por: Leonardo

Você já ouviu falar no golpe do boleto falso? Essa prática realizada por criminosos que fazem cópias de documentos de cobrança como se fossem verdadeiros.

De acordo com a FEBRABAN (Federação Brasileira de Bancos) essa prática cresceu 45% durante a pandemia.

Abaixo algumas dicas para não cair no golpe e evitar prejuízos

  1. Verificar a instituição financeira: No canto superior direito, está identificada a instituição financeira da qual o boleto está sendo emitido, desconfie de mudanças repentinas da instituição seu o aviso prévio do emitente.
  2. Beneficiário: Ao confirmar o pagamento do boleto através do seu banco, lhe é apresentado a razão social do Beneficiário e o CNPJ. Não prossiga caso a informação obtida pela leitura do código de barras seja divergente da informação esperada ou do boleto.
  3. Endereço eletrônico: Sempre verifique o endereço eletrônico do qual você recebeu o boleto, alguns criminosos tentam elaborar e-mails semelhantes aos utilizados usualmente, desconfie de qualquer alteração de remetente.    
  4. Impossibilidade da Leitura do código de barras: Boletos adulterados geralmente possuem leitura incompatível, obrigando o destinatário a digitar manualmente a numeração.
  5. Boletos recebidos por Correios: Alguns golpistas, visando fazer uma “apresentação” mais elaborada dos seus boletos falsos, se utilizam de correspondências físicas para enviar os documentos, fique atento ao receber correspondências inesperadas e indesejadas
  6. Impressão de Boletos: Existem alguns vírus associados ao golpe do boleto falso, um deles é o bolware, este vírus, instalado no computador tem a capacidade de alterar o valor e o destinatário do boleto durante a impressão, por isso sugerimos não imprimir os boletos
  7. Dados e Erros de Português: O boleto falso pode apresentar alguns erros que em uma primeira leitura tendem a passar despercebidos. Verifique também veja se há erros ortográficos, muito comuns em comunicações criadas por criminosos.